28/2/1969: a memória do sismo - Concurso de documentários em vídeo

 

O Concurso “28/2/1969: a memória do sismo” é promovido pela SPES (Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica) e tem como principal objetivo contribuir para a preservação da memória coletiva do sucedido a 28 de fevereiro de 1969. 

 

Candidaturas

O Concurso “28/2/1969: a memória do sismo” destina-se aos alunos a frequentar o 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário (e Profissional) das escolas portuguesas públicas e privadas.

A inscrição no concurso é feita através da plataforma EasyChair aqui:

InscriçãoRegulamento

 

Instruções para a inscrição e submissão de trabalhos usando a plataforma EasyChair: aqui.

 

O concurso decorre entre o dia 1 de março (1º dia de inscrição) e o dia

15 de Junho (último dia para submissão dos filmes).

Durante o mês de junho os filmes serão divulgados no Facebook da SPES onde estarão abertos à votação do público.

 

A inscrição poderá ser feita em qualquer momento, até 15 de Junho.  

Modelo de ficha técnica a submeter encontra-se: aqui.

 

O Concurso “28/2/1969: a memória do sismo” é promovido pela SPES (Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica) e tem como principal objetivo contribuir para a preservação da memória coletiva do sucedido a 28 de fevereiro de 1969, pelas 3:42 da madrugada. A essa hora Portugal Continental foi despertado por um forte sismo cuja vibração durou alguns minutos tendo causado estragos acentuados, sobretudo no Algarve, e mais de uma dezena de vítimas, muitas delas por comoção.

Portugal Continental é uma região afetada por uma sismicidade moderada. Os sismos são infrequentes e pode passar uma geração sem que um sismo forte ocorra. No entanto a história mostra que sismos destruidores, como o de 1 de novembro de 1755, que também gerou um tsunami devastador, podem suceder. Já aconteceu no passado e o conhecimento que temos do Planeta dinâmico em que vivemos diz-nos que irão com certeza ocorrer no futuro, não sabemos é quando. Pode suceder na nossa geração, na dos nossos filhos ou dos nossos netos. É por isso nosso dever e obrigação estar preparados e preparar as novas gerações para o que pode acontecer a qualquer momento.

Os sismos mais fortes, como o de 28 de fevereiro de 1969, deixam uma impressão duradoura que marca a sensibilidade duma geração para o fenómeno sísmico, facilitando a participação ativa nas medidas de mitigação e um comportamento social responsável. Mas a memória desse evento esbate-se com a passagem do tempo (as testemunhas vivas têm hoje mais de 50 anos) e é por isso essencial passá-la às novas gerações como um alerta, um aviso.

Hoje em dia é inegável a importância das redes sociais no estabelecimento dos comportamentos das novas gerações (e não só), sendo o vídeo um dos principais meios de comunicação e influência usados. É neste contexto que se propõe a realização do concurso “28/2/1969: a memória do sismo” como um meio para a formação de jovens responsáveis, autónomos, solidários, que conheçam e exerçam os seus direitos e deveres com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, nos temas relacionados com a Preparação e Mitigação do Risco Sísmico. Lembrar o passado para compreender o presente e preparar o futuro, como cidadãos responsáveis, é o que se pretende.
 

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